Jfreitas11's Blog


Reumatismo
julho 23, 2010, 2:32 pm
Filed under: Saúde e bem-estar

Reumatismo

A palavra "REUMATISMO"
é utilizada para designar dores nas juntas e nos músculos.

Preconceitos contra o REUMATISMO:

" É uma doença de pessoas
idosas
."

" Contra ele nada se pode fazer
."

Acabemos com estes preconceitos. O
reumatismo provoca danos progressivos e complicações que podem ser
minimizados quando tratados a tempo. Atinge, adultos, jovens e crianças.
Nas crianças os sintomas podem ser inespecíficos, devendo os pais
estarem alertas. Reumatismo não pega, todavia ele não é inofensivo .

Artrite

Inflamação crônica das articulações, que se manifesta de
diferentes formas, como Lupus, Gota, Artrite Reumatóide, Fibromialgia e
outras, num total de 104 tipos que afetam cerca de 14.000.000 (quatroze
milhões) de pacientes reumáticos em todo o Brasil.
São sinais de "Artrite Reumatóide" :
– dores nas mãos e nos joelhos
– febre e inchação
– dores na coluna, nos quadris, nos pés e outras juntas
(articulações)
– rigidez ao levantar pela manhã

 

As formas mais comuns de Artrite são:
  • Artrite Juvenil e Reumatóide
    É a mais dolorosa e a que tem maior potencialidade para provocar
    deformidades. Ataca primeiramente as juntas, mas pode provocar
    enfermidade nos pulmões, na pele, nos vasos sangüíneos, músculos,
    coração e mesmo nos olhos.

  • Lúpus
    Afeta os tecidos de todo o organismos, atingindo mais
    mulheres jovens, na época em que podem ter filhos. Seus sintomas podem
    ocorrer em várias combinações como fadiga, dor e inflamação nas juntas e
    manchas na pele.

  • Gota
    A maioria das vítimas são homens. O excesso de ácido úrico
    provoca uma inflamação secundária nas articulações. Ataca especialmente
    os dedos grandes dos pés.

  • Osteoartrite
    (Artrose)

    Também chamada doença degenerativa das juntas. Esta é
    principalmente uma doença de desgaste da cartilagem articular,
    ocorrendo, freqüentemente, com a idade avançada. Impotência funcional,
    leve ou acentuada, pode desenvolver-se gradualmente.

  • Periartrites

    Não ocorre aqui inflamação da junta (articulação)
    propriamente dita, mas sim dos tecidos que a envolvem (tendões, bolsas e
    outros), dando lugar às tendinites, bursites e outros "ites". É o que
    pode estar ocorrendo quando o ombro dói ou o cotovelo incomoda por
    alguns dias.

 

  • Dificuldades da Vida Diária
  • Dor

  • Dificuldade de locomoção

  • Dependência de terceiros 

  • Incompreensão familiar

  • Baixa auto-estima

  • Discriminação social

  • Depressão e stress

  • Problemas colaterais (cirurgias –
    fraturas – rins – pulmão – visão)

  • Não aceitação da doença

Pincipais Causas
  • Falta de informação sobre a doença

  • Falta de orientação no tratamento

  • Falta de apoio psicológico

Veja também:

Fontes:http://www.gruparj.org.br/info_base.htm


Estudo sueco propõe dieta contra o reumatismo

Estado de Minas (19/03/2008)

Pesquisadores suecos sugerem alimentação da
qual não fazem parte nem carnes nem leites e os seus derivados Estocolmo
– Pesquisa de um instituto sueco sugere que as pessoas que sofrem de
artrite reumatóide podem reduzir o risco de ataques cardíacos e
derrames, se seguirem uma dieta vegan – nome dado à dieta vegetariana
radical, em que não há consumo de carne, leite e derivados – e sem
glúten. Uma seqüência de estudos científicos realizados nos Estados
Unidos e em países da Europa, nas últimas décadas, mostrou que ataques
cardíacos e derrames cerebrais estão entre as principais causas de morte
de pacientes que sofrem de artrite reumatóide, pois a inflamação
causada pela doença prejudica seriamente as artérias. Agora, ao que tudo
indica, houve  avanço na pesquisa e há  esperança de vida mais longa
para os portadores do mal.

O Instituto Karolinska, de Estocolmo, na Suécia, reuniu e examinou
os dados sobre artrite reumatóide e, com base nos resultados de novos
estudos, acredita ter formulado uma dieta vegetariana radical, capaz de
reduzir os riscos de mortes causadas pelo mau funcionamento do coração e
do sistema cerebral. A dieta, que pode ser encontrada no trigo, aveia,
centeio e cevada, recebeu o nome de vegan.

A edição mais recente da revista Arthritis Research and Therapy
publica ampla reportagem sobre a descoberta dos acadêmicos suecos.
Garante que as pessoas que seguem a dieta têm um nível mais baixo do mau
colesterol, considerado pelos médicos um dos fatores mais importantes
entre os responsáveis por problemas do coração, pelo fato de obstruir as
artérias.

VOLUNTÁRIOS

Os pesquisadores do Karolinska prescreveram a
38 voluntários que sofriam de artrite reumatóide em uma dieta diária
composta por 10% de proteína, 60% de carboidratos e 30% de gordura. A
alimentação incluía nozes, sementes de girassol, frutas, vegetais e
cereais. O leite de gergelim fornecia a fonte diária de cálcio. Outros
29 voluntários seguiram uma dieta saudável com aproximadamente as mesmas
proporções de proteínas, carboidratos e gordura. Gorduras saturadas não
compreendiam mais do que 10% do consumo diário de energia e produtos
integrais foram usados o máximo possível.

Os voluntários na primeira dieta, a vegan, mostraram diminuição no
nível total de colesterol e, especificamente, queda na quantidade de
lipoproteína de baixa densidade (LDL), conhecido como o mau colesterol.
Os que estavam na dieta comum não mostraram variações significativas nos
níveis de colesterol.Segundo os pesquisadores, existe uma "grande
quantidade de provas" que sugerem que estas mudanças foram benéficas
para evitar o bloqueio das artérias e as doenças cardiovasculares.

MASSA CORPORAL

Depois de 12 meses, os voluntários que
seguiram a dieta vegan também apresentaram redução do índice de massa
corporal (IMC). O grupo de controle permaneceu com o mesmo índice. Mas a
organização de caridade britânica especializada em artrite reumatóide,
Arthritis Research Campaign, alertou para possíveis perigos da dieta
sugerida pelos cientistas suecos. "Uma dieta dessa natureza, certamente,
pode ajudar na redução do colesterol. Mas há um problema, que é a
dificuldade do paciente de conseguir alguns dos nutrientes importantes
de que o organismo necessita para permanecer saudável”, declarou o
porta-voz da entidade, quando consultado sobre a pesquisa do instituto
de Estocolmo.    



Fontes : ahttp://www.crmmg.org.br/Noticias/Saude/news_item.2008-03-19.5431/viewse

O QUE É O REUMATISMO

Segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS) , 2000
– 2010 é a "Década do osso e da Articulação". Estima-se que existam no
Brasil mais de 15 milhões de pessoas acometidas por doenças reumáticas,
acarretanto, além de um sofrimento pessoal, uma grande sobrecarga
socio-econômica para o país.

As doenças reumáticas estão
entre as principais causas de incapacidade física e afastamento
temporário ou definitivo do trabalho. Muitos não sabem mas o
reumatologista é o médico clínico, especializado no diagnóstico e
tratamento das doenças que acometem os ossos e as articulações,
popularmente conhecidas como "reumatismos". Os tipos mais conhecidos de
reumatismo são: a artrose; diversas formas de artrite, algumas
acometendo inclusive crianças; a gota , doença causada
pelo excesso de ácido úrico, a osteoporose ; a fibromialgia
; a síndrome de Sjögren , caracterizada dentre outras
queixas pela presença de olhos e boca seca; a febre reumática; as
doenças autoimunes, como o lúpus eritematoso sistêmico; as tendinites e
bursites e diversas doenças que acometem a coluna vertebral.

É importante chamar a atenção
da população para o fato de que existem mais de cem tipos diferentes de
doenças reumáticas. Portanto, para que o tratamento de um tipo
específico de reumatismo tenha sucesso, primeiro é necessário um
diagnóstico correto do problema apresentado pelo paciente.

A Sociedade de Reumatologia do
Rio de Janeiro coloca-se à disposição da população para esclarecer ou
informar sobre assuntos relacionados às doenças osteoarticulares. Para
entrar em contato conosco utilize o Tel/Fax (021) 549-4114,

PERGUNTAS
MAIS FREQUENTES

1) O
que é reumatismo?

2) Quantos
tipos de doenças reumáticas existem?

3) O
que é doença reumática degenerativa?

4) O
que é doença reumática infecciosa?

5) O
que é doença reumática metabólica?

6) O
que é doença reumática pós-traumática?

7) O
que é doença auto-imune?

8) Somente
os idosos têm "reumatismo"?

9) Somente
as doenças reumáticas dão "dores nas juntas"?

10) É
fácil diagnosticar as doenças reumáticas?

11) Criança
tem reumatismo?

12) Quais
os reumatismos que as crianças podem apresentar?

13) Quando
devo levar meu filho ao médico para saber se ele tem reumatismo?

14) O
que é febre reumática?

15) O
que se pode fazer para evitar a febre reumática? Qualquer criança pode
ter?

16) A
febre reumática é hereditária?

17) O
que são espondiloartropatias seronegativas?

18) O
que é síndrome de Reiter?

19) O
que é eritromeralgia?

20) O
que é "esporão" do calcâneo?

21) É
normal as juntas estalarem?

22) Quais
as principais causas de dores nos joelhos?

23) O
que é síndrome de Tietze?

24) O
que é artrite?

25) O
que significa mialgia?

26) O
paciente com doença reumática é um caso perdido?

27) Qual
é o principal exame para o diagnóstico das doenças reumáticas?

28) O
que é antiinflamatório não-hormonal (AINH)?

29) O
que é cortisona?

30) Os
medicamentos utilizados para o tratamento das doenças reumáticas podem
ser utilizados durante a gravidez?

31) Durante
a lactação (amamentação), a utilização de medicações anti-reumáticas
devem ser suspensas?

32) A
dieta alimentar é importante no tratamento das doenças reumáticas?

Saiba
mais sobre as principais doenças reumáticas (clicando no item desejado):

Síndrome
de Sjögren

Lúpus
Eritematoso Sistêmico (LES)

Osteoporose

Fibromialgia

Gota

Lombalgia

Febre
Reumática

Artrite
Reumatóide

Osteoartrose
(Artrose)

Dores
de Crescimento

1) O que é reumatismo?
O reumatismo não é uma doença, mas sim um termo genérico que se refere
às doenças que acometem as articulações ("juntas"), i.e., às doenças
reumáticas.

2) Quantos tipos de doenças
reumáticas existem ?

Existem cerca 120 formas de doenças reumáticas ("reumatismos"). As
doenças reumáticas podem ser agrupadas em doenças degenerativas,
inflamatórias, auto-imunes, infecciosas, metabólicas e pós-traumáticas. É
importante que o paciente saiba o nome de sua doença (tendinite,
artrite reumatóide, lúpus, osteoartrose, etc).

3) O que é doença reumática
degenerativa ?

Doença reumática causada pela degeneração (desgaste) das estruturas da
articulação. Por exemplo, a osteoartrite (artrose) é decorrente da
degeneração da cartilagem articular, que é um dos componentes da
articulação.

4) O que é doença reumática
infecciosa ?

Doença reumática causada pela invasão de microorganismos (bactérias)
no interior da articulação. É considerada uma emergência na prática
médica do reumatologista. São exemplos de artrite infecciosa, a artrite
bacteriana e artrite por tuberculose..

5) O que é doença reumática
metabólica ?

Doença reumática causada por um distúrbio metabólico. O principal
exemplo é a gota, doença em que há formação de depósitos de ácido úrico
nas articulações e tendões, em razão de uma alteração do metabolismo
dessa substância.

6) O que é doença reumática
pós-traumática ?

Doença reumática que se caracteriza por uma inflamação das estruturas
periarticulares (vizinhas da articulação) como é o caso dos tendões,
ligamentos e cápsula. Essa inflamação é causada, em geral, por um
esforço muscular excessivo ou movimentos de repetição no trabalho. Um
exemplo característico é a tendinite, que pode ocorrer em decorrência da
prática esportiva ou do trabalho de digitação de computador.

7) O que é doença auto-imune?

O sistema imune foi criado pela natureza para nos proteger de
infecções sendo formado por uma rede de órgão, tecidos e células
especializadas em nossa defesa. Estas células chamadas linfócitos
produzem uma proteína chamada anticorpo, um verdadeiro "míssil" que
persegue e atinge o agente invasor ligando-se a ele e defendendo a
integridade do nosso organismo. Normalmente os anticorpos são produzidos
para dar proteção ao nosso corpo, porém nem sempre isto acontece.
Algumas vezes ocorre um desequilíbrio, uma perda da regulação dos
linfócitos, e o sistema imune ataca o próprio organismo promovendo uma
inflamação que pode danificar vários órgãos. As doenças nas quais o
sistema imune promove lesões no próprio organismo chamam-se doenças
auto-imunes como a artrite reumatóide, o lúpus, a esclerodermia, etc.

8) Somente os idosos têm
"reumatismo"?

Não. As doenças reumáticas podem surgir em qualquer idade.

9) Somente as doenças
reumáticas dão "dores nas juntas"?

Não. Várias doenças podem causar dores articulares, por exemplo, a
gripe, a dengue, o hipotiroidismo…

10) É fácil diagnosticar as
doenças reumáticas?

Depende da doença, muitas podem demorar anos até se conseguir um
diagnóstico específico. O importante é saber que mesmo essas condições
podem ser tratadas. 

11) Criança tem reumatismo?
Sim, criança pode ter reumatismo. Reumatismo é um termo genérico que
se dá às doenças que provocam inflamação.

12) Quais os reumatismos que
as crianças podem apresentar?

Em nosso meio, o reumatismo mais comum é a febre reumática, mas outros
como as artrites crônicas, mis raramente o lupus, a dermatomiosite e a
esclerodermia podem ocorrer.

13) Quando devo levar meu
filho ao médico para saber se ele tem reumatismo?

Sempre que uma criança se queixa com freqüência de dores em membros ou
tem algum sintoma que a impeça de brincar como as outras crianças ou
seja notado que a criança está mancando, ela deve ser levada ao médico. O
pediatra saberá se ela merece a avaliação de um especialista como o
reumatologista pediátrico.

14) O que é febre reumática?

É o nome dado ao reumatismo que ocorre como complicação de uma infecção
de garganta. Pode causar dores nas juntas, problemas cardíacos e no
sistema nervoso.

15) O que se pode fazer para
evitar a febre reumática? Qualquer criança pode ter?

A Febre reumática é mais comum na idade compreendida entre 5 e 15 anos
e pode ocorrer em qualquer criança que seja sensível a essa bactéria. O
tratamento precoce e adequado das amigdalites (infecções de garganta)
pode impedir o aparecimento da febre reumática. Por isso é tão
importante levar a criança ao médico quando ela apresenta dor de
garganta, pois só ele saberá se deve ou não ser dado antibiótico. O não
tratamento pode precipitar a doença.

16) A febre reumática é
hereditária?

Não, ela não é hereditária, mas as pessoas da família de uma criança
com febre reumática têm uma chance maior de apresentarem algum
reumatismo. É comum que existam outras pessoas com febre reumática na
família de uma criança com a doença. 

17) O que são
espondiloartropatias seronegativas?

São doenças de causas desconhecidas que afetam a coluna, embora outras
articulações (juntas) e outros órgãos possam estar envolvidos.
Caracterizam-se pela ausência do Fator Reumatóide, por isso são chamadas
seronegativas. Além disso, possuem outros pontos em comum: dor lombar
inflamatória (a dor piora com o repouso, melhorando com o movimento),
artrite em grandes juntas (tornozelos, joelhos…), dor no tendão de
Aquiles, inflamação nos olhos (uveíte), na pele ou mucosas. As
principais doenças desse grupo são a Espondilite Anquilosante, a Artrite
Psoriásica, a Artrite Reativa (síndrome de Reiter) e as doenças
inflamatórias intestinais.

18) O que é síndrome de
Reiter?

Atualmente, o termo síndrome de Reiter vem sendo substituído por
Artrite Reativa. Caracteriza-se por artrite (inchaço, dor e vermelhidão
da junta) em algumas juntas (2 ou3), incluindo a sacro-ilíaca (dor piora
ao deitar-se, melhorando durante o movimento), associada a conjuntivite
e infecção da urina ou diarréia infecciosa. Pode apresentar lesões na
pele/mucosas (glande, vulva e planta dos pés). O tratamento deve ser
realizado por um REUMATOLOGISTA e inclui antiinflamatórios e outras
drogas, bem como fisioterapia.

19) O que é eritromeralgia?

A ERITROMERALGIA caracteriza-se por dor e/ou formigamento,
acompanhadas de vermelhidão nas extremidades (mãos/pés). Podem ocorrer
ulcerações e aumento do suor no local. Pode ser de origem genética,
sendo, quase sempre simétrica, em geral, em pessoas mais jovens ou
associar-se a outras doenças (artrite reumatóide, gota, diabetes…).
Aspirina e antagonistas da serotonina podem ser usados nos tratamento. 

20) O que é "esporão" do
calcâneo?

O termo "esporão" do calcâneo é utilizado de forma popular para
descrever a FASCIITE PLANTAR CALCIFICADA (termo correto). É uma
inflamação da "sola" (planta) do pé, em geral no calcanhar, mas pode
ocorrer em toda a superfície plantar. Quando esse processo torna-se
crônico, pode ter depósito de cálcio (calcificação). Assim sendo, não é a
calcificação que leva à dor, mas sim, o oposto, a dor crônica (sintoma
de inflamação crônica) leva à calcificação. A radiografia simples do
calcâneo é o exame usado para sua detecção. O tratamento inclui a
mudança do fator causal (excesso de peso, deformidades no pé), bem como o
uso de palmilhas anti-impacto ("calcanheira"), antiinflamatórios,
infiltrações locais e fisioterapia (gelo local, US)

21) É normal as juntas
estalarem?

Os sons produzidos nas juntas podem ser por deslizamento do
tendão/ligamento sobre a articulação (estalo), onde não há significado
clínico (normal) ou por desgaste da cartilagem (crepitação), como é
visto na "artrose" . É importante lembrar que esta não ocorre somente em
idosos, podendo ocorrer em individuos mais jovens, principalmente se
houver algum traumatismo ou frouxidão ligamentar prévios. É preciso
ressaltar que ficar em locais frios (cinema) ou parado na mesma posição
por algum tempo pode produzir esses sons, sem estar relacionado com
algum distúrbio ligamentar. Entretanto, se isto estiver causando algum
transtorno, deve-se procurar um REUMATOLOGISTA para uma melhor
avaliação, pois podem ser indicados alguns exercícios para
fortalecimento muscular, a fim de obter-se uma maior estabilidade da
junta.

22) Quais as principais
causas de dores nos joelhos?

As principais causas de dores nos joelhos são: "artrose", distúrbio
ligamentar, tendinite, bursite e lesão do menisco. As últimas, em geral,
são provocadas por traumas ("rotação do joelho com o pé parado"),
caracterizando-se por dor e inchaço que aparecem algumas horas após o
trauma. As tendinites/bursites são provocadas por trauma ou por esforço
físico e apresentam dor localizada, principalmente após um esforço. A
frouxidão ligamentar pode ocorrer desde a infancia e caracteriza-se por
dor aos exercícios, podendo ter inchaço ou não. A osteoartrite (artrose)
pode ser devido à obesidade, trauma ou outras causas. Caracteriza-se
por inchaço, calor e dor, sendo tratada com antiinflamatórios,
fisioterapia e outras medicações.

23) O que é síndrome de
Tietze?

Caracteriza-se por dor e inchaço (tumefação) no toráx anterior
(próximo ao esterno). As causas da síndrome ainda são desconhecidas. Em
aproximadamente 80% dos casos a lesão é única, tendo remissão(cura)
espontânea (meses ou anos). Pode ser aguda, intermitente ou crônica.
Apesar de não serem muito úteis para o diagnóstico, as radiografias de
tórax devem ser solicitadas para descartar outras hipóteses
diagnósticas. Em geral, os exames laboratoriais (sangue, urina…) são
normais. Os pacientes com sintomas persistentes devem ser acompanhados
por reumatologistas para uso de antiinflamatórios e/ou infiltrações
locais, bem como aplicação de calor ou gelo locais.

24) O que é artrite?
É a inflamação na articulação (junta), sendo caracterizada por dores
acompanhadas de calor (aumento da temperatura), rubor (vermelhidão),
edema ("inchaço"), rigidez matinal (junta "dura" pela manhã) e
impotência funcional (dificuldade de movimentar). Pode ser chamada de
monoartrite, quando ocorre em somente uma articulação, e poliartrite,
quando em várias articulações.

25) O que significa mialgia?
Significa dor muscular, a qual pode ser generalizada ou localizada.

26) O paciente com doença
reumática é um caso perdido?

Não. Os pacientes que têm algum tipo de doença reumática não devem
aceitar esse tipo de afirmação, pois a medicina avançou muito sob o
ponto de vista dos métodos diagnósticos e terapêuticos. O importante é o
paciente procurar o Reumatologista a fim de determinar o diagnóstico
correto de sua doença, bem como receber informações sobre a mesma e
tratamento eficaz para o seu problema.

27) Qual é o principal exame para
o diagnóstico das doenças reumáticas?

Sem dúvida nenhuma, é o exame clínico do paciente (anamnese e exame
físico). O exame clínico proporciona o diagnóstico correto das doenças
reumáticas em cerca de 80% das ocasiões, deixando os exames
complementares (laboratoriais, radiológicos,etc) para a confirmação.

28) O que é antiinflamatório
não-hormonal (AINH)?

Determinado grupo de medicamentos que têm a finalidade de combater a
inflamação. A sua aplicação na Reumatologia é de fundamental
importância, pois alivia a principal queixa do paciente portador de
doença reumática que é a artrite. A sua prescrição deve ser orientada
pelo reumatologista, pois estas medicações apresentam diversos efeitos
colaterais (indesejáveis) tais como, gastrite, úlcera de estômago,
hipertensão arterial, hemorragia gástrica, insuficiência no
funcionamento dos rins, alergia na pele, etc.

29) O que é cortisona?
Também denominados de corticóide ou corticosteróide é um determinado
grupo de medicamentos que tem a ação principal em combater a inflamação
de forma mais eficaz que os antiinflamatórios em geral. No entanto, a
sua prescrição deve ser feita e supervisionada pelo Reumatologista, pois
estas medicações apresentam diversos efeitos colaterais (indesejáveis)
tais como, gastrite, úlcera de estômago, hemorragia de estômago,
hipertensão arterial, inchação (edema) e obesidade, estrias, diabetes
mellitus, catarata, glaucoma, osteoporose, distúrbios psiquiátricos,
etc.

30) Os medicamentos utilizados
para o tratamento das doenças reumáticas podem ser utilizados durante a
gravidez?

A paciente grávida portadora de algum tipo de doença reumática que
necessite iniciar ou manter alguma medicação anti-reumática, necessita
obrigatoriamente uma avaliação do seu reumatologista com a finalidade de
determinar a melhor opção de tratamento sem colocar em risco o
desenvolvimento de embrião/feto.

31) Durante a lactação
(amamentação), a utilização de medicações anti-reumáticas devem ser
suspensas?

A decisão de interromper a medicação anti-reumática depende do tipo da
medicação utilizada e a sua dosagem, sendo que a avaliação do
reumatologista é de fundamental importância.

32) A dieta alimentar é
importante no tratamento das doenças reumáticas?

É aconselhável a todo paciente portador de doença reumática uma dieta
racional e balanceada que ofereça energia para a realização das suas
atividades diárias (andar, trabalhar, fazer fisioterapia, se vestir,
lazer, etc). Deve também ser evitado o ganho de peso com a finalidade de
não sobrecarregar as articulações.

Caso sua dúvida não tenha sido
esclarecida, entre
em contato
com:
Fontes: http://www.reumatorj.com.br/reumatismo.htm


GOTA ("ácido
úrico")

Artrite gotosa aguda

A artrite gotosa é uma das
manifestações do excesso de ácido úrico no sangue. Atinge uma
articulação de forma súbita e com dor muito intensa. Alguns doentes
referem que, ocasionalmente, "pressentem" um ataque de gota algumas
horas antes por que sentem uma dor mais leve no local. A intensidade da
dor é descrita como violenta e acompamha-se de sinais óbvios de
inflamação: no local afectado, inchaço (edema), vermelhidão (rubor,
eritema), calor localizado, extremamente sensível à dor. Por vezes
existe febre ligeira. Sem tratamento esta situação persiste, na sua
intensidade máxima, por 1 ou 2 dias desaparecendo ao longo da semana
seguinte.
No primeiro ataque
atinge geralmente uma única articulação, frequentemente a do dedo
grande do pé , embora possa acontecer que ataque várias articulações ao
mesmo tempo, especialmente nas mulheres (depois da menopausa). As
articulações atingidas são geralmente as pequenas articulações,
sobretudo dos dedos dos pés. É raro o atingimento da coluna vertebral.
Os
ataques podem ser provocados por qualquer situação que aumente
ou diminua bruscamente o ácido úrico no sangue. A comidas "pesadas" e o
álcool, bem como alguns medicamentos também são uma causa frequente
destes ataques. Os diuréticos (medicamentos que são usados, por exemplo,
para baixar a pressão arterial) e até o alopurinol (utilizado para
tratar e prevenir o excesso de ácido úrico) podem também provocar uma
crise de gota.
Nem sempre, as crises de
gota se acompanham de valores elevados de ácido úrico no sangue ( hiperuricemia
). Como se disse atrás, algumas crises podem ser desencadeadas por
factores que fazem baixar bruscamente o ácido úrico.
Algumas pessoas têm apenas
um único ataque de gota em toda a sua vida, mas 3/4 dos doentes
voltarão a ter uma segunda crise no espaço de 2 anos. Os casos graves,
quando não tratados, evoluem para artrite gotosa crónica : os
intervalos entre as crises são cada vez mais curtos, os ataques duram
mais tempo e vão atingindo mais articulações. Começam a aprecer
depósitos de uratos (sais de ácido úrico) na pele (tofos gotosos) e
existe destruição das cartilagens nas articulações, por vezes com
deformação.
É pena que uma doença tão
simples de diagnosticar e tratar com sucesso ainda continue a provocar
complicações em tanta gente. Basta aspirar, com uma agulha fina, o
conteúdo de uma articulação e observar ao microscópio para se ter o
diagnóstico. Mesmo sem microscópio, a associação de um a ataque "típico"
de gota, hiperuricemia e resposta rápida ao tratamento com colchicina
pode fazer o diagnóstico (embora seja mais fiável o primeiro método).
Uma vez confirmado o
diagnóstico a escolha dos medicamentos inclui
> colchicina
> anti-inflamatórios não
esteróides
> injecção de
corticoides na articulação
A eficácia
destes medicamentos, no tratamento da dor, é semelhante quando usados
precocemente. Todos se tornem dolorosamente lentos se usados muito
depois do ataque ter começado.
A colchicina
(comprimidos) é o mais tradicional. Usa-se de hora em hora até se obter
alívio ou até os efeitos secundários (geralmente diarreia, enjôo e dor
de barriga) se manifestarem. Se não resultar deve pôr-se em causa a
correcção do diagnóstico.
Os anti-inflamatórios
não esteroides
são usados na dose máxima tolerada, desde o início,
e durante os primeiros 3-4 dias até que a crise se resolva. É
tradicional usar-se a indometacina (indocid ®, dolovin ®). O seu uso é
desaconselhado em pessoas com doença ulcerosa activa, insificiência
cardíaca ou hipertensão.
Nestes casos pode usar-se a
injecção intra-articular de corticoides. Também tem sido
utilizada a injecção – intra-muscular – de ACTH (uma hormona envolvida
na produção de corticoides no nosso corpo).
Depois
de ter passado a crise incial o doente fica no período chamado inter-crítico
, isto é, sem sintomas. Nesta altura é preciso tomar a decisão de
iniciar, ou não, o tratamento da hiperuricemia . Afinal é esta anomalia
que provocou a crise.
Todos os peritos estão de
acordo que se devem tratar os doentes que tiveram ataques repetidos, os
que têm gota crónica ou tofos gotosos e os que têm, em simultâneo, gota e
cálculos renais ("pedras nos rins"). Alguns acham que basta um único
ataque para se dever iniciar o tratamento. Outros argumentam que um
único ataque – que é simples e barato de tratar – não constitui
indicação para o início de um tratamento, que possivelmente durará a
vida inteira, e aguardam o aparecimento de uma nova crise antes da
decisão.
O tratamento da
hiperuricemia faz-se com alopurinol . Antes de iniciar o
tratamento com este tipo de medicamentos – os quaisquer outros que façam
baixar o ácido úrico no sangue – o doente deve estar completamente
livre de todos os sinais de inflamação e ter iniciado a toma de
colchicina profilática . A queda brusca dos níveis de ácido úrico no
sangue, ao iniciar o tratamento, pode prolongar ou desencadear uma crise
aguda de gota. O objectivo do tratamento é manter o níveis de ácido
úrico abaixo de 5,0 mg/dl (300 umol/L). Se este nível for atingido não
só paramos o processo de destruição das articulações, como prevenimos o
aparecimento de novas crises de gota. Os tofos gotosos na pele também
desaparecerão.
A
alteração dos hábitos alimentares é um complemento indispensável.
Corrigir o excesso de peso, controlar a diabetes, reduzir as gorduras no
sangue, reduzir o álcool e o sal.
O alopurinol, ou o
oxipurinol, são os medicamentos com maior uso neste problema. Os
resultados são relativamente rápidos, com o efeito máximo atingido ao
fim de 2 semanas. Geralmente pode usar-se numa única toma diária.

FONTES: www.geocities.com/HotSprings/9331/gota.html



alimentacao saudavel
julho 21, 2010, 10:36 pm
Filed under: Saúde e bem-estar

             
       
 
          • Frutas, 
            Iogurt´s, caldos, bolos, pães
 

Att.:
Jose Luis Freitas

(11) 8951 4707
jfreitas11@hotmail.com



TRATAMENTO DA COLUNA
julho 21, 2010, 7:49 pm
Filed under: Saúde e bem-estar


ESCOLIOSE

Qual o tratamento da escoliose?
O tratamento depende de cada caso, nos casos
em que o desvio é menor, costuma-se indicar exercícios posturais, nos
desvios maiores pode ser necessário o uso de coletes, ou mesmo cirurgia.

Os exercícios podem curar a escoliose?
Não, a escoliose é uma deformidade
anatômica, a única maneira de corrigi-la é por cirurgia. Os exercícios
visam o controle da dor e manutenção do quadro nos casos em que a
deformidade é pequena, e não vale à pena submeter-se a uma cirurgia.

Quando é necessário fazer a cirurgia da
escoliose?

Nos casos de curvaturas muito grandes,
geralmente associadas com doenças neurológicas, a deformidade da coluna
pode comprometer a mobilidade e até a capacidade da pessoa respirar
adequadamente, sendo mandatória a cirurgia. Em alguns casos a curvatura
faz uma descompensação do equilíbrio do corpo, provocando dor crônica e
deformidade progressiva, também sendo necessário operar. Em vários casos
a cirurgia não é obrigatória, mas é feita por trazer um resultado
estético e funcional melhor que o dos outros tratamentos.

Como é a cirurgia da escoliose?
Existem vários tipos de cirurgias, com
abordagens cirúrgica pelas costas ou por dentro do tórax ou abdome, ou
mesmo combinando todas as técnicas, mas, basicamente, a cirurgia
consiste em colocar uma ou mais hastes metálicas que restituem o
alinhamento e fixam a coluna, reduzindo a deformidade.

Qual o resultado da cirurgia para
escoliose?

Como em todas as cirurgias, o resultado
varia a cada caso, e quanto mais grave o caso mais difícil o resultado
ideal. Em alguns casos há normalização do alinhamento da coluna, na
maioria dos casos há melhora, que via de regra é grande, mas sem
correção completa.

DOR CIÁTICA

O que é ciático? E dor ciática?
Ciático é o nome do principal nervo do
membro inferior. Esse nervo forma-se da união de várias raízes nervosas
que saem da coluna. Ele começa mais ou menos na altura da nádega e se
distribui por todo o membro inferior. A dor provocada por problemas no
nervo ou nas raízes nervosas da região lombar, que são as que formam o
nervo, é conhecida como dor ciática ou ciatalgia. Uma das causas mais
comuns de dor ciática é a hérnia de disco lombar.

Toda a dor na perna é uma dor ciática?
Não, o termo dor ciática aplica-se apenas
àquelas dores provocadas por problemas no nervo ou suas raízes. Existem
vários outros tipos dor na perna, e mesmo várias doenças que podem
provocar dores parecidas com a dor ciática, chamadas falsas ciáticas ou
pseudo-ciáticas.

HÉRNIA DE DISCO
LOMBAR

Por que a hérnia de disco provoca dor na
perna?

O disco está colocado na coluna exatamente
na frente das raízes nervosas que saem para distribuir-se nas pernas ou
braços, e quase sempre que o núcleo ‘escapa’ do disco ele se dirige para
trás, provocando uma compressão sobre a raiz nervosa correspondente.
Quando a hérnia está na região lombar, ela afeta as raízes que vão para
as pernas. Essa lesão da raiz nervosa que se dirige à perna é a
responsável pelo sintoma de dor.

Qual é a causa da hérnia de disco?
A hérnia é resultado de um desgaste do
disco, e esse desgaste está relacionado a vários fatores, como estrutura
genética do indivíduo, atividade física, peso, tipo de trabalho, etc..
Não existe hérnia causada apenas por um fator isolado, mesmo nos casos
em que a hérnia se manifesta depois de um acidente ou esforço, costumam
existir outros fatores que contribuíram anteriormente para o problema.

Qual o tratamento da hérnia de disco?
Na maioria dos casos o tratamento é
conservador, não cirúrgico, consistindo de fisioterapia e medicação para
a dor e inflamação do nervo, seguidos de programas de exercícios. A
cirurgia é reservada para os casos em que o tratamento conservador não
surte o efeito desejado, ou em que o nervo está muito lesado e necessita
ser descomprimido com urgência.

Quais os exercícios certos para fazer em
casos de Hérnia de disco?

Não existe uma fórmula, os exercícios devem
ser prescritos para cada caso, por um profissional capacitado para
julgar as necessidades e capacidades de cada paciente. Há vários tipos
de exercícios para todos os gostos, mas, via de regra, todos visam
alongar os músculos e ligamentos, aumentar o movimento das articulações,
e reforçar a musculatura das costas e da barriga.

Como é a cirurgia da Hérnia de disco?
Embora a idéia básica seja descomprimir a
raiz nervosa comprimida pela hérnia, hoje em dia existem vários tipos de
cirurgia para este fim, indo desde os tratamentos
percutâneos
, sem cortes e sem hospitalização, até as cirurgias
maiores, com fixação da coluna e colocação de implantes metálicos,
chamadas artrodeses.
Ainda, mais modernamente, surgiram as técnicas de artroplastia,
em que o disco é reconstruído com próteses que mantém a movimentação da
coluna, e fixação
dinâmica
, em que são implantados dispositivos para aliviar as
cargas sobre o disco. A indicação do tipo específico de cirurgia
dependerá do caso de cada paciente, sendo julgados vários fatores para
se tomar essa decisão. O procedimento cirúrgico mais comum é a microcirurgia
para hérnia discal
, em que é feita apenas a retirada da hérnia,
através de uma pequena incisão nas costas, usando-se o microscópio
cirúrgico. Nos últimos tempos temos substituído o microscópio pela
aparelhagem de vídeo, realizando a microcirurgia
vídeo-endoscópica
, que permite o uso de incisões ainda menores e
recuperação pós-operatória mais rápida.

VEJA
AS TÉCNICAS CIRÚRGICAS PARA TRATAMENTO DA HÉRNIA DE DISCO

HÉRNIA DISCAL CERVICAL

Por que a hérnia de disco provoca dor no
braço?

O disco está colocado na coluna exatamente
na frente das raízes nervosas que saem para distribuir-se nas pernas ou
braços. Quando o núcleo ‘escapa’ de dentro do disco ele se dirige para
trás, provocando uma compressão sobre a raiz nervosa correspondente.
Quando a hérnia está na região cervical (pescoço), ela afeta as raízes
que vão para os braços. Essa lesão da raiz nervosa que se dirige ao
braço é a responsável pelo sintoma de dor.

Uma hérnia de disco cervical pode provocar
paralisia?

Sim, como na região cervical o disco está
próximo de medula espinhal, por onde transitam os estímulos de
sensibilidade e motricidade para todo o corpo, pode acontecer de uma
hérnia lesionar a medula e provocar uma paralisia, chamada mielopatia.
Porém, é muito raro que esta seja um sintoma agudo. Via de regra, quando
isto ocorre, existe tempo suficiente para que o problema seja
diagnosticado e tratado. Se houver falta de força ou sensibilidade nos
braços ou pernas, dificuldade para caminhar, ou rigidez dos movimentos,
você deve procurar um médico o quanto antes.

Qual é a causa da hérnia de disco cervical?
A hérnia é resultado de um desgaste do
disco, e esse desgaste está relacionado a vários fatores, como estrutura
genética do indivíduo, atividade física, peso, tipo de trabalho, etc..
Não existe hérnia causada apenas por um fator isolado, mesmo nos casos
em que a hérnia se manifesta depois de um acidente ou esforço, costumam
existir outros fatores que contribuíram anteriormente para o problema.

Qual o tratamento da hérnia de disco
cervical?

Na maioria dos casos o tratamento é
conservador, não cirúrgico, consistindo de fisioterapia e medicação para
a dor e inflamação do nervo, seguidos de programas de exercícios. A
cirurgia é reservada para os casos de mielopatia, e para os casos em que
o tratamento conservador não surte o efeito desejado, ou em que o nervo
está muito lesado.

Quais os exercícios certos para fazer em
casos de Hérnia de disco?

Não existe uma fórmula, os exercícios devem
ser prescritos para cada caso, por um profissional capacitado para
julgar as necessidades e capacidades de cada paciente. Há vários tipos
de exercícios para todos os gostos, mas, via de regra, todos visam
alongar os músculos e ligamentos, aumentar o movimento das articulações e
reforçar a musculatura.

Como é a cirurgia da hérnia de disco
cervical?

Existe mais de um tipo de cirurgia para este
fim, inclusive com abordagens cirúrgicas anteriores (pela frente do
pescoço) ou posteriores (por trás). Em casos selecionados, técnicas
percutâneas
, como a nucleoplastia,
sem cortes e sem hospitalização, também podem ser utilizados. A técnica
cirúrgica mais comum é a retirada do disco por via anterior, associada
com artrodese
cervical
. Mais modernamente tem se usado a artroplastia
cervical
, onde que o disco é reconstruído com próteses que mantém a
movimentação da coluna. A indicação do tipo específico de cirurgia
dependerá do caso de cada paciente, sendo julgados vários fatores para
se tomar essa decisão.

OSTEOPOROSE

Quais os fatores de risco para desenvolver
osteoporose?

Ser do sexo feminino é um fator de risco
muito importante, uma em cada 3 mulheres desenvolve osteoporose no
período pós-menopausa, enquanto nos homens acima de 60 anos, apenas um
em cada seis a desenvolve. Estima-se que as mulheres percam até 20% da
massa óssea 5 anos após a menopausa. A incidência da osteoporose também
aumenta com a idade, e é maior em pessoas de constituição física
delicada, nas raças branca e amarela, e em pessoas que tem história da
doença na família.

O que se pode fazer para evitar a
osteoporose?

Evitar o baixo peso, as dietas pobres em
cálcio, e o excesso de fibras e proteínas na alimentação. As terapias de
reposição hormonal podem auxiliar, aumentando os índices de estrógeno
nas mulheres e testosterona nos homens, e o sedentarismo deve ser
evitado.

Com que freqüência ocorrem fraturas na
osteoporose?

Um terço das mulheres com 60 anos apresenta
fratura de vértebras. Destas, 20% são casos graves, que falecem alguns
meses após a fratura.

Qual o tratamento da osteoporose?
Não basta tomar cálcio, pois a alteração do
metabolismo que causa a osteoporose faz com que o cálcio seja eliminado,
sem transformar-se em tecido ósseo. A reposição de cálcio deve ser
acompanhada de outras medicações, como a vitamina D, alendronato, ou
reposição de hormônios como estrogênio ou calcitonina. O exercício
também é muito importante, principalmente ao ar livre.

Quando está indicada a vertebroplastia?
A vertebroplastia está indicada nos casos em
que existe dor significativa ou incapacitante por fratura osteoporótica
da coluna, sem melhora após um período de algumas semanas de tratamento
clínico. Geralmente estes pacientes tem dificuldade grande de
movimentação, com restrição ao leito e risco de escaras e infecções. A
vertebroplastia pode reverter este quadro, trazendo melhora quase
imediata, nos casos em que é bem indicada.

Quando está indicada a cifoplastia?
As indicações são praticamente as mesmas da
vertebroplastia. A diferença da cifoplastia é que esta faz uso de um
sistema mais complexo de colocação do cimento dentro da vértebra, que
permite uma injeção mais segura e planejada, como também um certo grau
de correção da fratura. Como o custo da cifoplastia é bem maior, na
prática o procedimento tem sido reservado para fraturas mais graves ou
procedimentos de maior risco.

DEGENERAÇÃO DA COLUNA

O laudo de minha ressonância magnética fala
em degeneração da coluna. O quanto devo me preocupar com isso?

Apenas pelo laudo, você deve se preocupar
pouco. O aparecimento de degeneração no exame só prova que você não é
mais criança. A degeneração é um processo normal da maturidade, tanto
quanto ter cabelos brancos ou rugas no rosto. O que interessa é a
quantidade de sintomas que você está apresentando. Se forem dores
ocasionais, não muito intensas, que incomodam um pouco, mas permitem que
você leve sua vida de forma habitual, você é normal. Pergunte a seus
amigos, e você verá que a maioria apresenta algumas dores nas costas.
Porém, se você vem tendo dores incapacitantes, que estão interferindo
muito em sua qualidade de vida, pode ser que exista um quadro
degenerativo mais importante, que deve ser tratado.

Qual a causa dessa degeneração? Foi devida a
esforço?

Ao contrário do que as pessoas costumam
imaginar, atualmente está bem demonstrado que o grau de degeneração da
coluna de cada indivíduo está mais relacionado com sua genética, do que
com o tipo de esforço que ele realiza. Os esforços repetitivos e as
cargas elevadas tem seu papel, mas este é menos importante do que se
imagina. Outro dado interessante é que alguns hábitos e posturas comuns
em trabalhos sedentários, como as funções de escritório, podem provocar
mais danos que muitos tipos de tarefas braçais.

Essa degeneração é progressiva? Até onde
pode evoluir?

Como se relaciona ao envelhecimento, o grau
de degeneração tende a aumentar com a idade, mas isso não quer dizer que
os sintomas aumentem. Na maioria dos casos o processo degenerativo
normal não apresenta pioras importantes. A fantasia de que a degeneração
deva aumentar até o ponto em que a pessoa possa perder os movimentos,
não é verdadeira. Apenas alguns tipos de degeneração sintomática podem
ser progressivos, e devem ser tratados antes de provocar sintomas mais
graves.

O que fazer para parar com a degeneração?
Devo abandonar as atividades físicas?

A atividade física não costuma piorar a
degeneração, muito pelo contrário. Embora o exercício possa provocar
algum desconforto, ele leva ao fortalecimento dos músculos e ossos,
ajudando a manter o funcionamento das articulações. Parar com as
atividades físicas é, via de regra, o pior a fazer. O que se recomenda é
que a pessoa adeqüe o exercício a suas capacidades.

A degeneração pode ser revertida? Existe
algum tratamento que possa renovar as estruturas desgastadas?

A degeneração é um tipo de envelhecimento.
Como o tempo não volta atrás, a degeneração, em sí, não é reversível.
Existem algumas pesquisas em engenharia genética que podem levar a um
tratamento que estabilize ou reverta o envelhecimento da coluna, mas são
pesquisas iniciais, ainda sem aplicação prática prevista. O fato da
degeneração em sí não ser reversível não quer dizer que os sintomas
dolorosos não sejam reversíveis, a dor e o comprometimento neurológico
podem ser reduzidos ou eliminados com os tratamentos disponíveis hoje em
dia!

ESPONDILOLISTESE

Na espondilolistese a coluna fica solta,
com as vértebras deslizando?

Na verdade este deslizamento ocorre de forma
muito lenta e, muitas vezes, está estacionado, não sendo progressivo. A
instabilidade que existe é crônica, não existe risco da coluna se
‘desmontar’ de uma hora para outra.

Qual a causa da espondilolistese?
A espondilolistese degenerativa ocorre em
adultos e idosos, pois é provocada pelo desgaste das articulações
facetárias
, como parte do quadro de degeneração
da coluna
.

A espondilolistese ístmica ocorre por um defeito
das articulações facetárias, que pode ser de natureza congênita ou
devido a lesões ocorridas na infância. Como pode ser por uma má-formação
congênita, a espondilolistese ístmica é comum na infância e
adolescência.

Quais os sintomas da espondilolistese?
As deformidades visíveis acontecem só nos
casos em que o deslizamento da vértebra é muito grande. Via de regra os
maiores sintomas são dor lombar crônica e dor ciática, mas é comum uma
pessoa ser portadora deste tipo de deformidade sem apresentar nenhum
sintoma.

Qual o tratamento da espondilolistese?
O tratamento inicial visa o controle da dor e
consiste em medicação, exercícios e fisioterapia. Como em todas as
deformidades, a única maneira do problema ser corrigido é a cirurgia,
que se reserva para os casos mais graves e para aqueles que os outros
tratamentos não funcionam.

Como é a cirurgia da espondilolistese?
Na cirurgia a vértebra que desliza deve ser
fixada e, se estiverem apertados, os nervos devem ser liberados. A
fixação costuma ser feita com a colocação de implantes metálicos de
titânio (parafusos). Na maioria dos casos não é necessário trazer a
vértebra de volta para o lugar, apenas fixá-la de modo a impedir que
siga se movendo.

HIPERIDROSE

Qual a causa da hiperidrose?
A causa primária não é conhecida. A
transpiração é essencial para a manutenção da temperatura e equilíbrio
dos fluidos do corpo, nos indivíduos com hiperidrose sabe-se apenas que
há uma hiperestimulação das glândulas sudoríparas pelo componente
simpático do sistema nervoso autônomo.

Como é a cirurgia da hiperidrose? E o
pós-operatório?

A cirurgia é feita por vídeo-toracoscopia,
sob anestesia geral. São feitos dois ou três pequenos cortes orifícios
no tórax, para colocação dos portais de entrada da câmera e dos
instrumentos. Os nervos do sistema simpático são identificados, e os
ramos nervosos selecionados são cortados e retirados, assim a atividade
simpática exagerada é eliminada. No pós-operatório não se utilizam
drenos no tórax, não costuma haver dor significativa, e a permanência no
hospital dificilmente é maior que 24 horas. Em quase metade dos
pacientes ocorre uma sudorese compensatória temporária nas costas e no
abdome, mas isso costuma ser bem tolerado pelo paciente, e, na maioria
dos casos, se resolve em 6 meses.

Há riscos na cirurgia?
Todo tipo de cirurgia apresenta seus riscos,
como sangramentos ou infecção, mas esta é uma cirurgia com níveis de
risco bastante baixos. A técnica de vídeo-toracoscopia praticamente
terminou com os riscos de lesão de outras estruturas nervosas,
relativamente comum nas cirurgias abertas, tradicionais.

Como são os resultados? A cirurgia deixa
cicatrizes?

Os resultados costumam ser imediatos após a
cirurgia, sendo excelentes em 95% dos casos de hiperidrose das mãos, e
70% dos casos de hiperidrose das plantas dos pés. Do ponto de vista
estético, as cicatrizes são bastante discretas, e colocadas em locais
mais difíceis de chamar a atenção.

ARTRODESE DE COLUNA

Por que fazer uma fusão das vértebras? O
correto não é que elas se movimentem?

Para entender como uma fusão pode funcionar é
importante que se entenda os mecanismos que provocam a dor. Geralmente a
dor se origina de níveis da coluna onde há um deslizamento entre
vértebras, ou as articulações e discos estão desgastados. Isso causa
irritação de terminações nervosas ao redor do disco, osso ou
articulações e, em certas ocasiões, compressão crônica de raízes
nervosas importantes. A eliminação do movimento nesses níveis tem por
objetivo diminuir a irritação dessas estruturas, reduzindo a dor. A
perda de movimento é uma conseqüência do tratamento, que é aceita por
ser muito menos incapacitante do que a dor. De fato, como o movimento da
coluna como um todo é feito pela soma de poucos graus de movimento em
cada nível, a maioria dos pacientes não chega a ser incomodado pela
perda de mobilidade em um ou dois níveis.

Como funciona a cirurgia de artrodese?
O objetivo da cirurgia é criar uma ponte de
osso sólido entre as vértebras operadas. Para isso, coloca-se um enxerto
de osso em contato com as vértebras preparadas, esperando que este
enxerto cresça, se consolide, e forme a ponte óssea. Geralmente o
enxerto é retirado da bacia do paciente, no mesmo ato cirúrgico da
artrodese. Atualmente, na maioria dos casos utiliza-se implantes
metálicos ou plásticos para assegurar a fixação das vértebras, pois isso
proporciona imobilidade imediata no pós-operatório, mesmo antes da
ponte óssea ser formada, trazendo eliminação mais rápida dos sintomas e
aumentando os índices de sucesso da fusão óssea.

Como a cirurgia é feita? Existe mais de uma
técnica?

Existem várias técnicas e várias abordagens
cirúrgicas. Uma artrodese pode ser realizada por uma incisão cirúrgica
nas costas, na barriga, ou até em ambas. Na maioria dos casos são usados
implantes metálicos para ajudar na fixação. Em certos casos, pode-se
lançar mão de recursos de cirurgia
minimamente invasiva
, ou outras técnicas alternativas. Como há
várias opções possíveis, a decisão sobre a técnica específica a ser
empregada em cada caso depende das particularidades de cada paciente e
das preferências e experiência do cirurgião.

Como é o pós-operatório?
O pós-operatório depende da técnica
utilizada, mas, como regra geral, as cirurgias de artrodese costumam
doer e restringir o paciente ao leito pelo menos por um ou dois dias. A
recuperação de uma artrodese é lenta, pois a fusão óssea completa é um
processo que leva meses para ocorrer, por isso, é bom ter em mente que
os resultados positivos podem demorar para aparecer. Uma artrodese é uma
cirurgia que demanda entendimento e compromisso do médico e do paciente
com um longo processo de recuperação. Melhoras de 100% são raras, mas a
maioria dos pacientes pode esperar uma redução grande e duradoura nos
sintomas dolorosos.

Quais os riscos da cirurgia?
Atualmente a artrodese é um procedimento
comum e corriqueiro, com riscos similares ao de outras cirurgias. A
possibilidade de lesão de estruturas nervosas existe, mas é raro que
isso venha a acontecer. O sucesso da cirurgia está condicionado à
ocorrência de uma fusão óssea verdadeira nos meses que seguem ao
procedimento, e os índices de fusão são menores nos fumantes, obesos,
diabéticos, portadores de osteoporose, e nos pacientes portadores de
alguma doença grave, ou que já tenham feito radioterapia. Como em
qualquer procedimento médico, não existe 100% de garantia de resultados,
e os riscos devem ser discutidos com o médico antes da operação.

Há como tratar esses problemas sem perder o
movimento da coluna?

Para alguns casos em que se realizaria uma
artrodese, hoje existe a alternativa da artroplastia
de coluna
, um tipo de cirurgia em que é feita a reconstrução das
estruturas da coluna com materiais que permitem a manutenção do
movimento.



TRATAMENTO DE LESAO DA MEDULA
julho 19, 2010, 6:36 pm
Filed under: Saúde e bem-estar

LESÃO MEDULAR TRATAMENTO
DE
LESÃO MEDULAR

    
O CÉREBRO COMANDA TODAS ATIVIDADES DO NOSSO CORPO, ENVIANDO E RECEBENDO
INFORMAÇÕES PELOS NEURÔNIOS (NERVOS). DESTA FORMA O CÉREBRO SABE QUE
NOSSOS PÉS
ESTÃO PISANDO  NA AREIA QUENTE, ATRAVÉS DA INFORMAÇÃO QUE RECEBEU
ATRAVÉS
DE NERVOS SENSITIVOS E ORDENA QUE O CAMINHAR PASSE A SER CORRIDA (PARA
ALCANÇAR
MAIS RÁPIDO A ÁGUA DO MAR).    ESTA ÓRDEM CHEGA AOS MÚSCULOS
ATRAVÉS DOS NERVOS MOTORES.   
TRATAMENTO
DE LESÃO MEDULAR

   
coluna.gif (8569 bytes)TODOS
OS NERVOS PASSAM POR  UM CANAL EXISTENTE NO INTERIOR DA COLUNA
VERTEBRAL.
     SAEM DO CÉREBRO, PASSAM POR DENTRO DA COLUNA VERTEBRAL
E SAEM DESTA, PARA IR AO SEU DESTINO, OU PÉS, MÃOS, ALGUM ÓRGÃO,
ETC.  
      A LESÃO MEDULAR É A INTERRUPÇÃO DESTE TRAJETO EM
ALGUM NÍVEL DA COLUNA VERTEBRAL.
      OS NERVOS QUE VÃO PARA AS MÃOS SAEM DE DENTRO DA
COLUNA NO NÍVEL TORÁCICO CERVICAL, JÁ OS NERVOS QUE VÃO PARA AS PERNAS
SAEM DA
COLUNA NA REGIÃO LOMBAR.
     ENTÃO, SE A RUPTURA OCORRER NA REGIÃO LOMBAR NÃO
AFETARÁ EM NADA OS NERVOS DAS REGIÕES MAIS SUPERIORES DO CORPO, POIS
ESTES
SAÍRAM DA COLUNA EM NÍVEIS ANTERIORES.
     QUANTO MAIS ALTO O NÍVEL  DA LESÃO, MAIS
COMPROMETIMENTOS HAVERÁ, POIS HAVERÁ INTERRUPÇÃO DA COMUNICAÇÃO ABAIXO
DA
LESÃO. 

     
AS LESÕES PODEM SER TRAUMÁTICA, QUANDO OCORRE UM ACIDENTE FRATURANDO A
COLUNA E
CONSEQUENTE RUPTURA DA MEDULA, OU NÃO TRAUMÁTICAS, QUANDO EXISTE UMA
DOENÇA NA
MEDULA, AFETEANDO SEU FUNCIONAMENTO ADEQUADO, COMO POR EXEMPLO UM TUMOR
NA
COLUNA.
      OS COMPROMETIMENTOS CORPORAIS SÃO VÁRIOS,
DEPENDENDO DA ALTURA DA LESÃO: PARALISIAS, DEFICIÊNCIA NO CONTROLE DAS
NECESSIDADES DE DEFECAR E URINAR, SEXUALIDADE, RESPIRAÇÃO ( QUANDO A
LESÃO É
ALTA OCORRE A IMPOSSIBILIDADE DE RESPIRAR SEM AJUDA DE APARELHOS), ETC

TRATAMENTO DE
LESÃO MEDULAR

     UM ASSUNTO QUE MEUS PACIENTES SEMPRE ME PERGUNTAM É
SOBRE A SEXUALIDADE. A EREÇÃO OCORRE DEVIDO AO ENCHIMENTO INTERNO DO
ÓRGÃO
SEXUAL COM SANGUE. ESTE SANGUE SOMENTE ENCHERÁ O ÓRGÃO SEXUAL QUANDO
HOUVER UMA
ORDEM PARA QUE ISTO OCORRA. ESTA ORDEM PODE SER DE DUAS MANEIRAS:
– DE FORMA REFLEXA: QUANDO O ÓRGÃO SEXUAL É TOCADO HAVERÁ UMA PASSAGEM
DESTE
ESTÍMULO DO ÓRGÃO ATÉ A COLUNA NO NÍVEL DO SACRO ( 2º, 3º E 4º VÉRTEBRAS
SACRAIS).    ESTA FORMA DE EREÇÃO INDEPENDE DO CÉREBRO.
– DE FORMA PSICOGÊNICA: OS ESTÍMULOS PARTIRÃO DO CÉREBRO, DESENCADEADOS
POR
PENSAMENTOS ERÓTICOS, VISÃO, TATO, OLFATO OU SONS. ESTES ESTÍMULOS
DESCERÃO
PELA MEDULA E DELA SAIRÃO ENTRE A COLUNA TORÁCICA E A LOMBAR ( ENTRE A
11º, 12º
VÉRTEBRAS TORÁCICAS E 1º E 2º VÉRTEBRAS LOMBARES). ENTÃO, CASO HAJA UMA
LESÃO
ACIMA DESTE NÍVEL, HAVERÁ COMPROMETIMENTO SEXUAL.

TRATAMENTO DE
LESÃO MEDULAR

      FELIZMENTE ACUPUNTURA TEM OFERECIDO RESULTADOS
MUITO SATISFATÓRIOS EM TODOS OS CASOS DE LESÃO MEDULAR.
      OS RESULTADOS COM O TRATAMENTO POR ACUPUNTURA
VARIAM DE INTENSIDADE EM CADA PACIENTE. ALGUNS CONSEGUEM FICAR EM PÉ E
ATE´ SE
LOCOMOVER APÓS O TRATAMENTO, QUANDO ANTES USAVAM CADEIRA DE RODAS.
OUTROS
CONSEGUEM APENAS MEXER OS PÉS.   A VOLTA DA SENSIBILIDADE É CONSEGUIDA
EM
MUITOS CASOS. 
TRATAMENTO DE
LESÃO MEDULAR

      O CONTROLE DA DEFECAÇÃO E DO ATO DE URINAR
TAMBÉM É CONSEGUIDO EM VÁRIOS PACIENTES.
      QUANTO ANTES INICIAR O TRATAMENTO, MAIS RÁPIDO E
MELHORES RESULTADOS SERÃO  OBTIDOS. O IDEAL É   DAR INÍCIO AO
TRATAMENTO COM ACUPUNTURA MESMO NO ESTÁGIO QUE O PACIENTE ESTEJA
INTERNADO. OCORRENDO  EM PARALELO COM A ALOPATIA, POIS UM NÃO INTERFERE
NO
OUTRO, MAS SIM SE SOMAM. O TRATAMENTO COM ACUPUNTURA RESULTA EM ÓTIMOS
BENEFÍCIOS AO PACIENTE QUE SOFREU A LESÇÃO MEDULAR.


TRATAMENTO COM
ACUPUNTURA NOS PROBLEMAS NEUROLÓGICOS
   TRATAMENTO
DE
LESÃO MEDULAR

(PARALISIAS,
DERRAME CEREBRAL, LESÃO MEDULAR,
ALZHEIMER,
PARKINSON,
ETC.)

    
OS PROBLEMAS NEUROLÓGICOS SEMPRE EXISTIRAM E, NA CHINA, JÁ ERAM TRATADOS
COM  SUCESSO HÁ MILÊNIOS PELOS ACUPUNTURISTAS.

     O
SUCESSO DO USO DE  ACUPUNTURA NO
TRATAMENTO DE PROBLEMAS NEUROLÓGICOS DEVE-SE AO FATO DE QUE ESTA
TÉCNICA 
TRABALHA COM ENERGIA (ELETRICIDADE DO NOSSO CORPO) E OS IMPULSOS
NEUROLÓGICOS
USAM TAMBÉM ESTA ELETRICIDADE. 
TRATAMENTO DE LESÃO MEDULAR
    
QUANDO ESTIMULAMOS UM PONTO DE
ACUPUNTURA, DE ALGUMA FORMA, COM OU SEM AGULHAS (COM RAIOS LASER),
ESTAMOS
EQUILIBRANDO A ELETRICIDADE DO NOSSO CORPO QUE FOI ALTERADA POR DOENÇA
OU
ACIDENTE. O EQUILÍBRIO DESTA ENERGIA FAZ COM QUE HAJA MELHOR ATIVIDADE
BIOQUÍMICA NO NOSSO ORGANISMO. 
TRATAMENTO DE LESÃO MEDULAR
     NO
CASO ESPECÍFICO DE PROBLEMAS
NEUROLÓGICOS, ONDE GERALMENTE ESTÁ ASSOCIADO TRAUMATISMO EM NEURÔNIOS,
DIFICULTANDO A SINAPSE ENTRE OS VÁRIOS SEGMENTOS DO NOSSO CORPO,
BLOQUEANDO A
COMUNICAÇÃO DO CÉREBRO COM ALGUMA(S) REGIÃO(ÕES) DO CORPO.  A ACUPUNTURA
AJUDA A MELHORAR ESTA COMUNICAÇÃO, CLARO QUE DE MODO PROGRESSIVO E
LENTO.

     O
TRATAMENTO COM ACUPUNTURA EM
PROBLEMAS NEUROLÓGICOS É LENTO. DEMORANDO DE ALGUNS MESES ATÉ ALGUNS
ANOS. 
TRATAMENTO DE
LESÃO MEDULAR

    
DEPENDENDO
DO CASO PODE NÃO OCORRER CURA TOTAL, COMO POR EXEMPLO
EM CASOS DE TETRAPLEGIA. MAS O PACIENTE QUE INICIALMENTE NÃO MOVIA NEM
PERNAS
NEM BRAÇOS OU MÃOS, CONSEGUINDO VOLTAR A TER MOVIMENTO DE BRAÇOS E MÃOS
JÁ É
SATISFATÓRIO.

    
NOS TRATAMENTOS REALIZADOS SEMPRE NOTO
MELHORA EM RELAÇÃO OU ESTADO INICIAL.

    
QUANTO ANTES  O PACIENTE INICIAR O
TRATAMENTO MELHORES RESULTADOS. O IDEAL  É O INICÍO OCORRER NO ESTADO EM
QUE O PACIENTE AINDA ESTA INTERNADO APÓS A OCORRÊNCIA DO ACIDENTE.

    
PACIENTES COM O PROBLEMA A ANOS, 
QUE JÁ TENHAM   INSTALADAS VÁRIAS  SEQUELAS  E RESOLVEREM
INICIAR O SEU TRATAMENTO COM ACUPUNTURA, TAMBÉM OBTERÃO BENEFÍCIOS COM
ESTE
TRATAMENTO.  PORÉM COM MAIOR TEMPO DE TRATAMENTO. POIS QUANTO MAIS TEMPO
DECORRER DO ACIDENTE ATÉ O INÍCIO DO TRATAMENTO MAIS DEMORADO SERÁ  O
TRATAMENTO.
   


COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA:
     NA DÉCADA DE 70 SURGIRAM OS PRIMEIROS TRABALHOS
RECONHECENDO QUE A ACUPUNTURA ESTIMULA A LIBERAÇÃO DE ENDORFINAS,
SUBSTÂNCIAS
NEUROHUMORAIS COM EFEITO ANALGÉSICO. INCENTIVANDO, ASSIM, VÁRIOS
PESQUISADORES
A INVESTIR NA COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DA EFICÁCIA DA ACUPUNTURA.
     NESTES QUASE TRINTA ANOS FORAM REALIZADOS TRABALHOS
COMPROVANDO SUA EFICIÊNCIA NO TRATAMENTO DE INÚMERAS DORES, REGENERAÇÃO
NERVOSA, SEQÜELAS DE ACOMETIMENTOS DO SISTEMA NERVOSO E CLARO EM MUITOS
OUTROS
PROBLEMAS TANTO NEUROLÓGICOS COMO DE OUTRAS ÁREAS.
     ALGUNS PESQUISADORES QUE COMPROVARAM A EFETIVIDADE DO
USO DE ACUPUNTURA EM PROBLEMAS NEUROLÓGICOS:
– NAESER ET AL. (1992),
– JOHANSSON ET AL. (1993), 
– SÄLLSTRÖM ET AL. (1996),
– ETC:
     NA DÉCADA DE 70 SURGIRAM OS PRIMEIROS TRABALHOS
RECONHECENDO QUE A ACUPUNTURA ESTIMULA A LIBERAÇÃO DE ENDORFINAS,
SUBSTÂNCIAS
NEUROHUMORAIS COM EFEITO ANALGÉSICO. INCENTIVANDO, ASSIM, VÁRIOS
PESQUISADORES
A INVESTIR NA COMPROVAÇÃO CIENTÍFICA DA EFICÁCIA DA ACUPUNTURA.
     NESTES QUASE TRINTA ANOS FORAM REALIZADOS TRABALHOS
COMPROVANDO SUA EFICIÊNCIA NO TRATAMENTO DE INÚMERAS DORES, REGENERAÇÃO
NERVOSA, SEQÜELAS DE ACOMETIMENTOS DO SISTEMA NERVOSO E CLARO EM MUITOS
OUTROS
PROBLEMAS TANTO NEUROLÓGICOS COMO DE OUTRAS ÁREAS.
     ALGUNS PESQUISADORES QUE COMPROVARAM A EFETIVIDADE DO
USO DE ACUPUNTURA EM PROBLEMAS NEUROLÓGICOS:
– NAESER ET AL. (1992),
– JOHANSSON ET AL. (1993),
– SÄLLSTRÖM ET AL. (1996),
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Escoliose
julho 17, 2010, 4:25 am
Filed under: Saúde e bem-estar

Escoliose é um desvio tri-dimensional da coluna e dos arcos costais
(ou costelas).
A deformidade resultante lembra o formato de uma escada em espiral.

EscolioseEscoliose

A curvatura resultante é, portanto, uma resposta a um movimento
torsional
de toda a coluna vertebral. Geralmente, diz-se que a coluna adquire a
forma
de um "S".

A escoliose também consiste de uma rotação importante das vértebras
na convexidade
(parte de fora) da curva. Isto explica, em parte, a formação da giba
torácica
(proeminência dos arcos costais num lado do tórax) e da giba lombar
(pelo
deslocamento dos músculos que estão acima das vértebras.

Este problema não está associado, de forma alguma, a problemas
posturais
ou ao uso de mochilas.

COMO A ESCOLIOSE AFETA SEU CORPO?

Um ombro é geralmente mais alto que o outro devido à curvatura
escoliótica.

Uma das escápulas pode ser mais proeminente que a outra.

Escoliose

Os seios podem parecer assimétricos. Um deles, geralmente o
direito, pode
não parecer tão desenvolvido quanto o outro, devido à deformidade na
região
torácica.

A escoliose e a alteração dos arcos costais pode causar um giba
(corcunda)
na região dorsal.

A linha da cintura está desviada e é mais aberta na concavidade da
escoliose.

Escoliose

Um quadril pode ser mais alto que o outro devido a diferença no
comprimento
dos membros inferiores ou deformidade do osso do quadril. Esses
problemas,
algumas vezes, estão associados a escoliose.

Dor nas costas, apesar de incomum, pode estar presente na
escoliose.

TIPOS DE ESCOLIOSE

Existem trës tipos principais de escoliose.

1) ESCOLIOSE IDIOPÁTICA

Idiopática significa que a causa exata desta condição é
desconhecida. 80%
dos pacientes com escoliose sofrem de escoliose idiopática.

2)ESCOLIOSE CONGÊNITA

Este tipo de escoliose é secundário a uma deformidade na vértebra,
que está
presente ao nascimento e é visível em radiografias.

3)OUTROS TIPOS DE ESCOLIOSE

Escoliose Neuromuscular resulta de uma doença neurológia, muscular
ou neuromuscular.

Escoliose Pós-Traumática pode ocorrer após fratura da coluna,
secundária
à lesão das estruturas ósseas.

PROGRESSÃO NATURAL DA ESCOLIOSE IDIOPÁTICA

Ao nascimento, a coluna vertebral está alinhada.

A deformidade da coluna pode começar logo aos primeiros anos de
vida, mas
na maioria das vezes não aparece até o início da puberdade (por
volta dos
10 anos de idade). A escoliose atinge seu período máximo de
deformação entre
os 10 e 14 anos de idade, que coincide com o estirão de crescimento
da adolescência
(período de crescimento rápido que ocorre no início da puberdade).

A escoliose afeta 2 a 4% da população.

Cinco em cada 1000 pessoas têm curvas maiores que 20 graus.

Uma em cada 1000 pessoas tem curva maior que 40 graus.

Entre os adolescentes, a escoliose afeta meninos e meninas na mesma
proporção,
se levarmos em consideração curvas menores que 10 graus. Entretanto,
a medida
que a gravidade da escoliose aumenta, a proporção de meninas
acometidas em
relação a meninos também aumenta.

Se uma menina não teve sua primeira menstruação (ou menarca),
existe uma
chance de 50% de que a escoliose irá progredir. Se ela já teve a
menarca,
a chance de que a escoliose progrida é de 20%.

O início dos ciclos menstruais indica que a jovem já encerrou seu
estirão
de crescimento e que a fase de deformação rápida da escoliose está
no fim.
No sexo masculino, este período corresponde à mudança no timbre da
voz e ao
aparecimento de pelos pubianos. O final do crescimento ocorre entre
os 16
e 17 anos nas mulheres e entre os17 e 18 anos nos homens.

CIRURGIA : PORQUE E QUANDO

Como já foi explicado, a escoliose progride e piora durante o
estirão de
crescimento. Além disso, algumas curvas pioram mais que as outras, e
algumas
curvas pioram mesmo com o uso do colete.

O uso do colete visa conter a progressão da curvatura escoliótica
durante
o estirão de crescimento, mesmo que posteriormente haja necessidade
de cirurgia.

Os objetivos da cirurgia são os seguintes:
  • Redução da curvatura
  • Bloqueio da progressão da deformidade
  • Prevenção de problemas cardio-respiratórios e neurológicos
  • Melhor aparência estética do paciente
  • Melhor qualidade de vida no futuro

A cirurgia geralmente é capaz de reduzir a escoliose em 50 a 70%,
mas não
necessariamente retira a gibosidade dorsal.
O principal objetivo da cirurgia é realinhar a coluna através de
implantes
metálicos inseridos permanentemente nas vértebras. Estes implantes
auxiliam
na redução da deformidade e da gibosidade dorsal. Esta última
diminui com
a cirurgia, mas raramente desaparece por completo. Em casos onde a
gibosidade
é muito grande, o cirurgião pode propor um cirurgia alternativa para
correção
desta.

Nenhuma cirurgia para escoliose é obrigatória se não há risco de
vida ao
paciente. Entretanto, curvas maiores que 40-50 graus tendem a
progredir mesmo
após o final do crescimento.

Grandes deformidades podem levar a problemas cardio-respiratórios e
a dor
crônica. Além disto, quanto maior a curva, mais difícil é a correção
e menor
a redução da deformidade; os resultados não são tão bons quanto as
cirurgias
para curvas menores, e os riscos cirúrgicos também aumentam.

VANTAGENS DA CIRURGIA NO ADOLESCENTE

PROBLEMAS RESPIRATÓRIOS

Uma escoliose grave, se deixada sem tratamento, pode resultar em
problemas
respiratórios devido à deformação progressiva do tórax, por volta
dos 40-50
anos de idade.

FLEXIBILIDADE DA COLUNA

Normalmente nosso corpo é mais flexível quando somos mais jovens. O
mesmo
se aplica à coluna vertebral, facilitando a correção cirúrgica e o
realinhamento
da coluna.

ALTERAÇÕES ESTÉTICAS

Com a progressão da escoliose, a gibosidade dorsal torna-se mais
pronunciada,
o tronco pode aparentar estar deslocado lateralmente em relação aos
quadris,
um seio pode ficar mais proeminente que o outro, e a linha do
quadril torna-se
assimétrica. Todas essas alterações, somadas, pode causar problemas
psicológicos
ao paciente.

MELHOR FORMA FÍSICA E RECUPERAÇÃO MAIS RÁPIDA

De uma maneira geral, temos uma melhor saúde quando jovens, com
uma recuperação
mais rápida e menor risco de complicações. Ainda, é muito mais fácil
se recuperar
de uma cirurgia quando não existem obrigações (trabalho, filhos,
casa, etc…).
Se um adolescente requer semanas para se recuperar de uma cirurgia,
um adulto
pode necessitar de vários meses de recuperação.

Período Hospitalar

PERÍODO PRÉ-OPERATÓRIO

Alguns hospitais requerem que o paciente esteja internado na noite
anterior
à cirurgia. Outros preferem que você chegue na manhã da cirurgia,
permitindo
que você durma em casa. Entretanto, você deve chegar ao hospital por
volta
das 6:00 AM para que não ocorram atrasos na cirurgia.

Você não deve ingerir alimentos ou líquidos a partir das 10:00 PM
na noite
anterior à sua cirurgia.

ACOMODAÇÕES

Seus pais podem permanecer no hospital durante seu internamento.
Apenas uma
pessoa pode passar a noite no quarto com você. Caso haja necessidade
de permanecer
na unidade de recuperação após a cirurgia, as regras dessa unidade
serão explicadas
a você no hospital.

CONSENTIMENTO INFORMADO – AUTORIZAÇÃO PARA CIRURGIA

Do ponto de vista Legal, você pode aceitar ou recusar a cirurgia.
Se você
concorda em submeter-se ao procedimento cirúrgico, você deve assinar
uma autorização.
Através deste, você permite ao cirurgião a realização da cirurgia e
ao anestesista
a indução da anestesia. Este documento protege os seus direitos,
assim como
os do seu médico e os do hospital.

Caso você seja menor de idade, um de seus pais ou responsável deve
assinar
o termo de consentimento.

ANESTESIA

Seu anestesista fará uma avaliação antes da cirurgia. Esta pode ser
feita
no consultório, ou logo após seu internamento no hospital. Ele será
responsável
por lhe explicar o procedimento de anestesia, e caso necessário,
poderá lhe
prescrever uma medicação para lhe ajudar a dormir na noite anterior à
cirurgia.

A MANHÃ DA CIRURGIA

Você deve estar em jejum desde a noite anterior a cirugia. isto
inclui balas
e gomas de mascar. Isto é fundamental para evitar o risco de vômito e
aspiração
do conteúdo do seu estômago para dentro dos pulmões durante a
cirurgia.

Você deve lavar todo seu corpo antes da cirurgia, incluindo seu
cabelo. Suas
unhas devem estar curtas e limpas, sem esmalte. Evite o uso de
cremes e perfumes,
e se seu cabelo for longo você deve utilizar um prendedor de cabelo
não metálico
(elástico) para prender seu cabelo para trás. O uso de maquiagem não
é permitido
no dia da cirurgia.

Medicações de rotina: se você usa algum medicamento rotineiramente,
avise
seu médico e anestesista. Traga as medicações com você, mas elas
devem ser
administradas pela equipe hospitalar, já que algumas doses podem ser
modificadas
durante seu internamento.

Se você utiliza pílulas anti-concepcionais, avise seu médico.
Alguns hematologistas
recomendam que seu uso seja interrompido um mês antes da cirurgia.

Lentes de contato não devem ser utilizadas no seu internamento.
Lembre-se
de trazer óculos com você caso esteja acostumado a usá-los.

INDO AO CENTRO CIRÚRGICO

Lembre-se que seus pais ou acompanhantes podem ir com você até a
entrada
do centro cirúrgico com você, mas permaneceram fora dele durante a
cirurgia.
É rotina que os pacientes sejam levados ao centro cirúrgico numa
maca ou na
própria cama.

SALA DE CIRURGIA

Você será recebido pela equipe de enfermagem, que será responsável
por você
durante toda a cirurgia. Alguns aparelhos serão conectados ao seu
corpo para
melhor controle de seus dados vitais.

É recomendável que seus pais aguardem no quarto durante a cirurgia,
já que
o procedimento dura cerca de 4-5 horas. A equipe de enfermagem
geralmente
comunica a família, por telefone, sobre o andamento da cirurgia.

ANESTESIA

O anestesista fará com que você adormeça fazendo com que você
respire através
de uma máscara e injetando medicamentos através de uma acesso
venoso, que
ele mesmo instalará no seu braço.

Uma vez dormindo, um tubo será posicionado nas suas vias
respiratórias, através
da sua boca. Isso permite ventilar seus pulmões e uma oxigenação
perfeita
de todo seu corpo durante a cirurgia.

Em algumas cirurgias, há necessidade de transfusão sanguínea, que é
determinada
pelo anestesista em conjunto com o cirurgião. Esse sangue geralmente
é retirado
do seu próprio corpo antes da cirurgia (num processo chamado
autodoação),
ou em alguns casos pode ser doado por seus pais ou familiares.

INCISÃO CIRÚRGICA

Após a anestesia, o cirurgião irá preparar a sua pele para a
cirurgia com
uma solução de povedine-iodo. É importante que você avise a equipe
médica
em caso de alergia a IODO, pois outros produtos podem ser utilizados
em seu
lugar. Em seguida, campos estéreis são colocados sobre seu corpo ao
redor
da área a ser operada, com o objetivo de evitar infecções.

O tamanho e local da incisão varia com o tipo de cirugia planejada,
tipo
de intrumentos a serem implantados, e com a preferência do
cirurgião. Uma
segunda incisão pode ser necessária, caso haja necessidade de
retirar enxerto
ósseo, na região da pelve (cintura).

IMPLANTES CIRÚRGICOS

Parafusos, ganchos e hastes feitos de aço ou titânio são utilizados
para
auxiliar na correção da deformidade. Rejeição a este tipo de metal é
extremamente
rara, já que são bem tolerados pelo seu corpo.

Existem várias técnicas similares para tratar a escoliose
cirugicamente.
Independente do material utilizado, o objetivo é o mesmo: inserir o
implante
nas vértebras para corrigir a deformidade.

ARTRODESE (FUSÃO ÓSSEA)

A fusão óssea permite que a correção de deformidade não seja
perdida no futuro.
Ela ocorre através da colocação de pequena quantidade de osso
retirado de
seu osso ilíaco (o osso da bacia), sobre as articulações da coluna,
expostas
durante a cirurgia.

Os implantes metálicos obtêm a correção imediata da deformidade,
mas sua
principal função é manter a coluna alinhada até que a fusão óssea
ocorra.
Sem isso, com o tempo os implantes podem se enfraquecer e quebrar.

WAKE-UP TEST (TESTE DO DESPERTAR)

Uma fez feita a correção cirúrgica, é importante saber que esta não
interferiu
no funcionamento da medula espinhal. Isto é feito através de uma
redução gradual
da anestesia, até que você acorde. O anestesista pedirá que você
mova seus
pés, e sua resposta será observada por um dos auxiliares cirúrgicos.
Assim
que o teste termine você voltará a dormir. As medicações analgésicas
aplicadas
pelo anestesista impedem que você sinta qualquer dor durante este
procedimento,
e na maioria das vezes o paciente não lembra de ter realizado o
teste.

Caso o teste mostre alguma modificação no movimento das pernas, o
cirurgião
reduz a correção da deformidade até que estes sejam normalizados, e
caso a
alteração persista, todos os implantes são retirados, e o tratamento
deve
ser modificado. Este teste é feito de rotina, mas o risco de
alteração do
funcionamento dos nervos ocorre apenas em curvas maiores que 80
graus, ou
quanto alguma alteração prévia da medula espinhal existe.

FIM DA CIRURGIA

Uma vez encerrada a cirurgia, a incisão cirúrgica é fechada com
fios de sutura
que serão absorvidos pelo seu próprio corpo. Isto significa que NÃO
há necessidade
de retirar os pontos posteriormente. Você será levado a uma área de
recuperação,
até que recupere completamente a consciência e seus dados vitais
sejam reestabilizados.

OUTRAS TÉCNICAS CIRÚRGICAS

Toracoplastia

Envolve a correção da deformidade das costelas (giba), através do
encurtamento
de algumas costelas. Este procedimento é feito por questões
estéticas, e sua
necessidade deve ser discutida entre cirurgião e paciente antes da
cirurgia.
Como envolve os arcos costais, pode causar alguma limitação dos
movimentos
respiratórios após a cirurgia.

Toracotomia

A correção de alguns tipos de deformidade pode envolver uma
cirurgia na parte
anterior da coluna, através do tórax (toracotomia), onde a remoção
de uma
das costelas permite que o cirurgião tenha acesso à coluna. Este
procedimento
pode ser feito isoladamente (cirurgia anterior apenas) ou em
conjunto com
a cirurgia posterior. Há a necessidade da instalação de um dreno
torácico
após a cirurgia para permitir que os pulmões voltem a se expandir, o
que pode
causar um desconforto extra por um ou dois dias após a cirurgia. Em
alguns
casos, essa operação pode ser feita através de vídeo cirurgia, com
incisões
menores que as convencionais. Entretanto, a eficácia da cirurgia
vídeo-assistida
ainda deve ser comprovada em estudos científicos.

COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS

Complicações durante cirurgias para escoliose são extremamente
raras, e a
maioria das operações são conduzidas sem problemas. Entretanto, em
alguns
casos, complicações podem ocorrer. Felizmente a maioria destas
complicações
pode ser resolvida graças à experiência da equipe cirúrgica.

Complicações Relacionadas à Cirurgia da Coluna

Problemas Neurológicos

O risco de complicações neurológicas foi estimado em 0,7% pela
Sociedade
Americana de Pesquisa em Escoliose, sendo que a maioria dos
pacientes afetados
recupera-se completamente. Dentre as causas estão compressão da
medula espinhal
ou nervos pelos implantes metálicos, hematoma epidural, ou correção
excessiva
da deformidade. Obviamente, vários testes são feitos durante a
cirurgia para
evitar que isso ocorra.

Hemorragia

Cerca de 3% das cirurgias para escoliose podem cursar com
sangramento excessivo.
Esse problema é corrigido durante o procedimento com a administração
de líquidos
(soro, ringer ou sangue) para manutenção de pressão sanguínea
adequada.

Problemas respiratórios

Durante a realização de cirurgia por via anterior (toracotomia) ou
na ressecção
de costelas (toracoplastia), pode haver dificuldade para expandir os
pulmões
adequadamente. Neste caso, o cirurgião precisa inserir um dreno de
tórax por
alguns dias, para manter a pressão dentro do tórax e drenas
eventuais sangramentos
na cavidade torácica.

Após a cirurgia, uma boa função pulmonar ajuda a evitar infecções
respiratórias.
Por isso é importante que você realize exercícios respiratórios logo
após
a cirurgia, mesmo que isso lhe cause alguma dor.

Problemas intestinais

Vômitos e náuseas são comuns após a cirurgia, e são manejados com
medicamentos
específicos para reduzir o desconforto causado por estes problemas.
Alguns
pacientes apresentam dificuldade para recuperar o funcionamento
normal do
intestino após cirurgia para coluna; isso requer controle da ingesta
de alimentos,
para que o problema não se agrave. Medicamentos laxativos podem ser
necessários
se não houver movimento intestinal após o quarto ou quinto dia
pós-operatório.

INFECÇÃO

Esta é uma das complicações mais comuns envolvendo qualquer
procedimento
cirúrgico. Quanto mais complexa e prolongada a cirurgia, maior é a
perda sangúinea,
maior o tempo de anestesia, e maior é o tempo de exposição do corpo.
Todas
essas condições aumetam o risco de infecção, que no caso da cirurgia
para
escoliose, varia de 1 a 5%.

O próprio paciente é uma fonte de microorganismo que podem
contaminar o local
da cirurgia, levando à infecção apesar do uso de antibióticos.
Outros fatores,
como idade elevada, desnutrição, obesidade, imunossupressão,
diabetes, uso
de corticóides, e uma infecção pré-existente, podem aumentar o risco
de infecção
pós-operatória.

Problemas Circulatórios

Apesar de raros em crianças e adolescentes, há a preocupação com
Tromboflebites
sempre que um paciente fica acamado. Movimentação precoce após a
cirurgia,
e em alguns casos o uso de meias compressivas especiais, auxiliam a
reduzir
o risco de alteração na circulação das pernas. Caso isso ocorra,
medicamentos
específicos são utilizados para fazer com que a circulação volte ao
normal.

Parada Cardíaca

Sempre existe um risco, ainda que mínimo, de parada cardíaca toda
vez que
uma anestesia é aplicada. Na maioria das vezes é impossível prever
sua ocorrência.
Através da monitorização do paciente durante a cirurgia, alterações
são detectadas
precocemente, e medidas são tomadas antes que uma parada cardíaca
possa ocorrer.
Ainda, anestesistas são peritos em manobras para reverter qualquer
complicação
cardíaca que possa ocorrer durante a cirurgia.

COMPLICAÇÕES CIRÚRGICAS

Complicações durante cirurgias para escoliose são extremamente
raras, e a
maioria das operações são conduzidas sem problemas. Entretanto, em
alguns
casos, complicações podem ocorrer. Felizmente a maioria destas
complicações
pode ser resolvida graças à experiência da equipe cirúrgica.

Complicações Relacionadas à Cirurgia da Coluna

Problemas Neurológicos

O risco de complicações neurológicas foi estimado em 0,7% pela
Sociedade
Americana de Pesquisa em Escoliose, sendo que a maioria dos
pacientes afetados
recupera-se completamente. Dentre as causas estão compressão da
medula espinhal
ou nervos pelos implantes metálicos, hematoma epidural, ou correção
excessiva
da deformidade. Obviamente, vários testes são feitos durante a
cirurgia para
evitar que isso ocorra.

Hemorragia

Cerca de 3% das cirurgias para escoliose podem cursar com
sangramento excessivo.
Esse problema é corrigido durante o procedimento com a administração
de líquidos
(soro, ringer ou sangue) para manutenção de pressão sanguínea
adequada.

Problemas respiratórios

Durante a realização de cirurgia por via anterior (toracotomia) ou
na ressecção
de costelas (toracoplastia), pode haver dificuldade para expandir os
pulmões
adequadamente. Neste caso, o cirurgião precisa inserir um dreno de
tórax por
alguns dias, para manter a pressão dentro do tórax e drenas
eventuais sangramentos
na cavidade torácica.

Após a cirurgia, uma boa função pulmonar ajuda a evitar infecções
respiratórias.
Por isso é importante que você realize exercícios respiratórios logo
após
a cirurgia, mesmo que isso lhe cause alguma dor.

Problemas intestinais

Vômitos e náuseas são comuns após a cirurgia, e são manejados com
medicamentos
específicos para reduzir o desconforto causado por estes problemas.
Alguns
pacientes apresentam dificuldade para recuperar o funcionamento
normal do
intestino após cirurgia para coluna; isso requer controle da ingesta
de alimentos,
para que o problema não se agrave. Medicamentos laxativos podem ser
necessários
se não houver movimento intestinal após o quarto ou quinto dia
pós-operatório.

INFECÇÃO

Esta é uma das complicações mais comuns envolvendo qualquer
procedimento
cirúrgico. Quanto mais complexa e prolongada a cirurgia, maior é a
perda sangúinea,
maior o tempo de anestesia, e maior é o tempo de exposição do corpo.
Todas
essas condições aumetam o risco de infecção, que no caso da cirurgia
para
escoliose, varia de 1 a 5%.

O próprio paciente é uma fonte de microorganismo que podem
contaminar o local
da cirurgia, levando à infecção apesar do uso de antibióticos.
Outros fatores,
como idade elevada, desnutrição, obesidade, imunossupressão,
diabetes, uso
de corticóides, e uma infecção pré-existente, podem aumentar o risco
de infecção
pós-operatória.

Problemas Circulatórios

Apesar de raros em crianças e adolescentes, há a preocupação com
Tromboflebites
sempre que um paciente fica acamado. Movimentação precoce após a
cirurgia,
e em alguns casos o uso de meias compressivas especiais, auxiliam a
reduzir
o risco de alteração na circulação das pernas. Caso isso ocorra,
medicamentos
específicos são utilizados para fazer com que a circulação volte ao
normal.

Parada Cardíaca

Sempre existe um risco, ainda que mínimo, de parada cardíaca toda
vez que
uma anestesia é aplicada. Na maioria das vezes é impossível prever
sua ocorrência.
Através da monitorização do paciente durante a cirurgia, alterações
são detectadas
precocemente, e medidas são tomadas antes que uma parada cardíaca
possa ocorrer.
Ainda, anestesistas são peritos em manobras para reverter qualquer
complicação
cardíaca que possa ocorrer durante a cirurgia.

PERÍODO PÓS-OPERATÓRIO

Assim que você deixar o centro cirúrgico, você ainda estará sob
efeito dos
anestésicos. Algum tempo depois, é natural que você sinta alguma
dor. Existem
medicamentos prescritos pelo seu médico, e que serão aplicados pela
equipe
de enfermagem, que controlarão essa dor pós-operatória.

Você também pode sentir uma sensação de desconforto e dificuldade
para encontrar
uma posição cômoda, mas isso faz parte de um processo de adaptação
do seu
corpo a um novo alinhamento de sua coluna.

Edema

Você pode apresentar um aumento de volume, que é mais evidente na
face e
mãos, e este decorre da grande quantidade de líquidos que você
recebe durante
a cirurgia e por ter ficado muito tempo numa mesma posição (o que é
necessário
para a cirurgia). Este edema pode levar até três dias para
desaparecer completamente.

Acesso Venoso

Uma pequena cânula permanecerá conectada a uma veia no seu braço,
permitindo
que você receba hidratação adequada, antibióticos e analgésicos, nas
48 horas
que seguem a cirurgia.

Sonda Urinária

Esta é inserida antes da cirurgia para esvaziar sua bexiga, e é
mantida por
24 horas para evitar o desconforto de ir ao banheiro no período que
se segue
à cirurgia. Assim que você se sentir confiante para deixar a cama, o
cateter
é retirado.

Incisão Cirúrgica

A equipe de enfermagem será responsável por averiguar os curativos
periodicamente,
e trocá-los quando necessário.

Drenos

Muitas vezes drenos são posicionados na região da cirurgia ou no
tórax (nas
toracotomias e toracoplastias), para evitar que sangue se acumule
nos locais
operados. Estes são removidos entre 24 e 48 horas após a cirurgia.

Exercícios Respiratórios

É fundamental que você realize exercícios após a cirurgia,
permitindo uma
recuperação mais rápida e evitando o acúmulo de secreções no pulmão.

Visitas

Seus pais e membros diretos da sua família podem visitá-lo no
hospital. Entretanto,
você precisa de repouso para se recuperar o mais rápido possível;
recomendamos
que visitas sejam restritas nas 48 horas que se seguem à cirurgia.

Mobilização

Você ficará deitada nas primeiras 12 a 24 horas após a cirurgia, e a
equipe
de enfermagem será responsável a ajudar na mdança de posição na
cama, para
aumentar seu conforto. Assim que você se sentir confiante, a cama
será reclinada
gradualmente até que você esteja completamente sentado. Apartir
deste momento
você pode tentar sair da cama e ir ao banheiro ou sentar-se numa
cadiera por
curtos períodos de tempo.

Dieta

Assim que seu intestino volte a funcionar, você pode iniciar sua
alimentação,
gradualmente. Nas primeiras 24-48 horas, é preferível uma dieta
leve, com
sucos e sopas.

Exercícios

Apesar de estar acamado nos primeiros dias do período pós
operatório, você
deve mobilizar braços e pernas logo nas primeiras 24 horas;
geralmente um
fisioterapeuta ou seu médico orientam esses exercícios.

Alta Hospitalar

Depende do tipo de cirurgia e da sua recuperação. O período médio
de internamento
é de 4 a 5 dias.

RECUPERAÇÃO

Nas primeiras semanas que se seguem à cirurgia, você precisará de
alguma
ajuda para sair da cama, ir ao banheiro, ou tomar banho.

A dor decorrente da cirurgia deve diminuir gradualmente, tanto na
coluna
quanto na pelve (caso tenha sido retirado enxerto ósseo). A
medicação para
dor, deve ser utilizada somente quando necessário.

Higiene

Você pode tomar banhos de chuveiro em casa, mas recomendamos que
utilize
uma cadeira plástica, para evitar quedas, já que neste período você
pode não
estar acostumado ao novo alinhamento do seu corpo. Banhos de
banheira são
permitidos após duas semanas da cirurgia. Tenha sempre alguém na
casa e não
tranque a porta do banheiro, caso você não se sinta bem.

Cuidados com a cicatriz: evite cremes e perfumes no primeiro mês.

Não recomendamos que a cicatriz seja exposta ao sol no primeiro ano
após
a cirurgia, pelo risco de causar uma cicatriz aumentada e de
coloração distinta
à da sua pele. Procure aplicar protetor solar a cada duas horas
sobre a área
operada.

Alguns dermatologistas recomendam o uso de um creme de vitamina E
para auxiliar
na remodelação da cicatriz a partir da quarta semana pós-operatória.

Caso note aumento de volume, secreção ou alteração de cor ao redor
da cicatriz,
comunique seu cirurgião, para certificar-se que tudo está bem.

Ainda, você pode notar uma alteração temporária da sensibilidade ao
redor
da cicatriz, que deve desaparecer gradualmente em um ou dois meses.

Dieta

É comum, após um cirurgia longa como a da escoliose, que você não
tenha apetite.
É melhor para sua digestão que você faça diversas pequenas refeições
durante
o dia (de 4 a 6). Você também deve tomar cerca de 8 copos de água
por dia.
Frutas e vegetais são uma rica fonte de fibras, que auxiliarão seu
intestino
a funcionar normalmente. Ainda, vegetais ricos em ferro e carnes
vermelhas
auxiliam na recuperação dos níveis de ferro no seu sangue.

Reabilitação

Após duas semanas, reabilitação ajudará na recuperação de seu
equilíbrio
e flexibilidade, assim como no fortalecimento de sua musculatura.

Retorno às atividades normais

Quando em casa, procure fazer duas a três caminhadas ao dia,
aumentando a
distância gradualmente. Além de recuperar sua forma física
rapidamente, exercícios
estimulam o crescimento ósseo, auxiliando na consolidação do
enxerto.

Você deve se programar para ficar um mês sem ir à escola / trabalho
após
a cirurgia. Uma sugestão é ter um programa de estudos em casa nesse
mês.

Outros efeitos da cirurgia

O stress de uma cirurgia pode, algumas vezes, causar alterações no
ciclo
menstrual. Não existe motivo para preocupações, já que este evento é
temporário.

Você deve ser reavaliada pelo seu cirurgião 4 semanas após a
cirurgia, quando
uma radiografia será feita, para que seu médico se certifique de que
a recuperação
está ocorrendo normalmente.

  INICIAL 1 MÊS 3 MESES 6 MESES 1 ANO 2 ANOS NUNCA
CHUVEIRO SIM            
CAMINHADAS SIM            
EXERCÍCIOS COM AS PERNAS SIM            
DIRIGIR UM CARRO NÃO SIM          
ESCOLA NÃO SIM          
CARREGAR 2,5KG NÃO SIM          
BICICLETA NÃO NÃO SIM        
NATAÇÃO NÃO NÃO SIM        
CORRER NÃO NÃO NÃO SIM      
CARREGAR 4,5KG NÃO NÃO NÃO SIM      
ESPORTES S/ CONTATO NÃO NÃO NÃO SIM      
PATINAÇÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
MONTANHA-RUSSA NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
ESPORTES DE CONTATO, VÔLEI NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
CARREGAR 20KG NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
SURF NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
ANDAR À CAVALO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
ESQUI AQUÁTICO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
CARREGAR MAIS DE 20KG NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
MOTOCICLETA NÃO NÃO NÃO NÃO SIM    
GINÁSTICA OLÍMPICA NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO SIM  
BUNGEE JUMP NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO NÃO

Fonte: http://www.viallespine.com.br



Falando sobre A coluna cervical
julho 6, 2010, 12:36 am
Filed under: Saúde e bem-estar

 

Citação

A coluna cervical



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julho 6, 2010, 12:30 am
Filed under: Saúde e bem-estar



Falando sobre Manual Merck Saúde para a Família – Capítulo 69 – Distúrbios da Medula Espinhal
julho 6, 2010, 12:18 am
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julho 6, 2010, 12:13 am
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julho 6, 2010, 12:08 am
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